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Oficina de retirada de barreiras e câmeras do Manguezal da Enseada de Bom Jesus


Enquanto os pescadores Fábio e Renato retiravam as barreiras do mangue, o pesquisador Thiago removia as câmeras de monitoramento fluvial. Fotografia: Olivia Varela
Enquanto os pescadores Fábio e Renato retiravam as barreiras do mangue, o pesquisador Thiago removia as câmeras de monitoramento fluvial. Fotografia: Olivia Varela
Thiago, pesquisador do LDSC, desenvolve pesquisas voltadas para o monitoramento da reabilitação de ecossistemas do manguezal da Ilha do Bom Jesus, estudando o impacto das barreiras de contenção de lixo na flora e fauna do local. Fotografia: Olivia Varela
Thiago, pesquisador do LDSC, desenvolve pesquisas voltadas para o monitoramento da reabilitação de ecossistemas do manguezal da Ilha do Bom Jesus, estudando o impacto das barreiras de contenção de lixo na flora e fauna do local. Fotografia: Olivia Varela

O Manguezal da Enseada de Bom Jesus foi o local de desenvolvimento de uma oficina produtiva no dia 19 de maio. O projeto Orla Sem Lixo Transforma realizou a retirada de blocos de barreiras de contenção de uma região do mangue e a também a retirada de câmeras de monitoramento científico do mangue. Estas atividades dão continuidade às pesquisas executadas no local que chegaram em etapas de análise laboratorial dos objetos de estudo.


Na entrada do Manguezal, o pesquisador Thiago repassou detalhadamente a dinâmica de retirada das barreiras. Fotografia: Olivia Varela
Na entrada do Manguezal, o pesquisador Thiago repassou detalhadamente a dinâmica de retirada das barreiras. Fotografia: Olivia Varela

Durante a atividade no mangue, o pescador Fábio conversou com a pesquisadora Cristine sobre o lixo presente no mangue. Fotografia: Olivia Varela
Durante a atividade no mangue, o pescador Fábio conversou com a pesquisadora Cristine sobre o lixo presente no mangue. Fotografia: Olivia Varela

Esta oficina foi coordenada pelo pesquisador de doutorado Thiago Leão, com a participação da coordenadora de tecnologia social Cristine Carvalho e dos pescadores artesanais Fábio Pereira, Renato de Oliveira (Lobão) e Rogério da Silva.


A atividade iniciou às 8h da manhã com encontro próximo ao Píer do Parque Tecnológico, local em que fica a entrada para o Manguezal. Na chegada, a equipe organizou um café da manhã coletivo para iniciar o dia e assinou a lista de frequência de ações do projeto. Estas etapas são importantes para zelar pelas pessoas envolvidas na oficina e para o controle operacional de frequência da oficina.


A função das barreiras no mangue é de impedir a entrada do lixo na porção interna do local, mantendo a vegetação preservada. Fotografia: Olivia Varela
A função das barreiras no mangue é de impedir a entrada do lixo na porção interna do local, mantendo a vegetação preservada. Fotografia: Olivia Varela

Antes da retirada da câmera de monitoramento, o pesquisador Thiago marca a árvore com um spray no local exato em que estava o aparelho. Fotografia: Olivia Varela
Antes da retirada da câmera de monitoramento, o pesquisador Thiago marca a árvore com um spray no local exato em que estava o aparelho. Fotografia: Olivia Varela

Após o café coletivo, o pesquisador Thiago reuniu a equipe para explicar o processo de retirada das barreiras e o sobre o local do mangue em que os flutuadores seriam retirados. Todos da equipe calçaram botas e luvas apropriadas para proteção no Manguezal e aplicaram repelentes contra insetos e, em seguida, adentraram o mangue munidos com tesouras e estiletes para fazer a soltura dos flutuadores das barreiras.


O processo de desprendimento da estrutura no manguezal foi executado com o corte de abraçadeira e cordas que prendiam as barreiras às árvores, seguido do arraste dos flutuadores para fora do mangue. Ao todo foram retirados quatro blocos de barreiras em etapas organizadas pelos pescadores artesanais.


O pescador Renato realiza a retirada dos flutuadores com o auxílio dos equipamentos de proteção corretos: luvas e botas impermeáveis. Fotografia: Olivia Varela
O pescador Renato realiza a retirada dos flutuadores com o auxílio dos equipamentos de proteção corretos: luvas e botas impermeáveis. Fotografia: Olivia Varela
Ao final, o bloco de flutuadores removidos fazem a secagem no terreno ao lado do mangue. Fotografia: Olivia Varela
Ao final, o bloco de flutuadores removidos fazem a secagem no terreno ao lado do mangue. Fotografia: Olivia Varela

Enquanto os pescadores cuidavam da retirada dos flutuadores, o pesquisador Thiago se encarregou da retirada das câmeras de observação do nível fluvial do mangue, que estavam fixadas em árvores há cerca de três meses fazendo a gravação das cheias e das vazantes da água. Foram retiradas três câmeras de diferentes locais do Manguezal, mantendo no espaço a régua de medição do nível da água que acompanha as câmeras no processo de pesquisa. Para cada câmera retirada, o pesquisador marcou com tinta spray o local exato que estava a câmera, fazendo uma foto das coordenadas geográficas da árvore em que a câmera de monitoramento estava fixada.


A atividade foi executada até aproximadamente 11h da manhã. Ao final, a equipe reforçou a hidratação e higienizou as botas de proteção e os materiais utilizados durante a atividade no Manguezal. Os flutuadores recolhidos foram armazenados do lado externo ao mangue e serão recolhidos pelo caminhão da Prefeitura Universitária em um próximo momento.


O Orla Sem Lixo Transforma é desenvolvido em parceria com a Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental.


Cobertura: Olivia Varela e Rebeca Hertzriken.

Quando: 19/05/2025

Onde: Mangue da Enseada de Bom Jesus

Envolvidos: Cristine Carvalho, Thiago Leão, Renato de Oliveira (Lobão), Fábio Pereira e Rogério da Silva.

Breve resumo: No dia 19 de maio, o projeto Orla Sem Lixo Transforma realizou uma oficina no Manguezal da Enseada de Bom Jesus voltada à retirada de blocos de barreiras de contenção e de câmeras de monitoramento científico utilizadas em pesquisas desenvolvidas no local. Ao final da oficina, os materiais recolhidos foram higienizados e armazenados para posterior transporte, dando continuidade às análises laboratoriais e ao monitoramento realizados pelo projeto.


 
 
 

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